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GOD IS NOT A DELUSION (12) – ANTECIPADO
(Clique por favor no link acima)
 
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Eu não conhecia a passagem referida por Richard Dawkins envolvendo o Sr. Sagan e sua resposta, relativamente à possibilidade de vida em outros mundos, de que procura não “pensar” com o instinto. Curioso, em ‘A Conspiração‘ reflito sobre a possibilidade de manifestação da vida em outras regiões do Universo, não necessariamente da forma como a conhecemos; no capítulo/Livro A Conspiração dos Medíocres, que dá nome ao livro, escrevi que o medíocre pensa com o hipotálamo, referência direta ao ‘caroço do abacate‘ em nossa cabeça, do qual tratei em outro capítulo/Livro e ao qual classifiquei de sede dos instintos. É muita coincidência!… Imaginemos alguém, depois de ler ‘A Conspiração‘, querendo de algum modo me atingir, me insultar. Veja bem (é assim que esse tipo de pessoa começa a destilar veneno ou tenta explicar o que não tem explicação), o Nunes fala da existência de Vida em outros planetas, o que é uma grande besteira; ele pensa com o instinto (o que, feitas as associações, significa, de fato, ele é um medíocre). O detalhe, no entanto, é que, centrado o Universo na energia, sem a qual nada existiria, especialmente a vida física, sem a partícula elementar, produto da energia, prótons e nêutrons não se formariam para construir as moléculas, que não existiriam para gerar os elementos químicos acionadores do processo de materialização da vida — a história da sopa primordial, lembra? —. Nesse campo de ideias, estando a energia em qualquer cantinho do Universo, por quê não poderia ela, sem a gracinha dos cachinhos dourados, gerar em outras regiões equivalentes do quark, que formariam equivalentes de prótons, nêutrons e átomos, que se ‘atariam‘ para formar o equivalente da molécula, que daria origem a etcéteras, etcéteras e etcéteras, nada disso como aqui, para produzir, mesmo, existências não físicas ou de formatos inconcebíveis para nós, meros seres humanos, repito, com os nossos pobres 25% de cérebro utilizados em média. Se aceitamos evolução, seleção natural, o importante papel da adaptação, flutuações dos genes, especializações, todas essas coisas, por quê não abrir espaço para tal tipo de reflexão? Ou, para alguns, o tema se presta a casuísmos, para uso em dadas situações, não em geral? Sim, é claro, estamos falando de coincidências, todavia recorrentes, claro também! ‘A Conspiração‘ não foi ainda publicado, mas como algumas sutilezas não são assim tão sutis, ponho-me cá a matutar: Não são coincidências demais para ser apenas coincidência? (desculpe se já fiz esta pergunta quanto à célula; não pude resistir).

E o querer atingir-me ficaria na tentativa; no dia em que escrevi este texto, conversando com uma amiga, eu lhe disse da única coisa que, de fato, não apenas me abalaria, mas seria a tragédia da minha vida. Só que tudo se corrigiu há 41 nos atrás, graças a Deus, ao meu saudoso mestre e amigo, Dr. José Geraldo Ferreira de Castilho e a alguma coisinha que a gente aprendeu como advogado. Desde então, e digo isso com a tranquilidade de quem está em absoluta paz consigo mesmo, nada foi capaz de me abalar verdadeiramente. Tive cansaços, sim, um estresse absurdo que me deixou meio ‘zonzo‘ por bom tempo, uma depressão aterradora por qualquer coisa como 2 anos e mais um pouco entre os anos 1999 e 2001, mas a curei, fortaleci-me e toquei o bonde. Tentar atingir-me, desestabilizar-me, digo com toda a tranquilidade, é pura perda de tempo. Já sofri e chorei demais, fui deixado sozinho às voltas com problemas que não eram só meus da forma mais desumana e covarde. E continuo cantando, com a graça de Deus. E, aqui entre nós, não conte sequer para os amigos, porque pode até pegar mal, mas a verdade é que, com muita frequência, olhando à volta, consumismo, vaidades, arrogância, agressividade, dissimulações, fingimentos, mentiras, presunção, deslealdades, a ignorância atrevida, como nos dizia o velho lusitano da Nestor Pestana, em São Paulo, onde tomávamos o nosso santo uisquinho de cada dia, acho tudo o que está aí um enorme besteirol; geralmente sinto pena das pessoas, cansaço, não raro. Como diz o Jô Soares vez ou outra, quanta bobagem!…

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