Tags

Hoje, após minha caminhada habitual pelo calçadão da Praia de Icaraí, já terminando os meus exercícios no conjunto de barras e halteres de cimento entre coqueiros quase no fim da praia, chegou um homem, para mim desconhecido, e sentou-se afastado alguns metros. Quando parei, ele levantou-se, foi até o halter mais leve, levantou-o e o deixou cair na areia; em seguida foi ao halter mais pesado, tocando-o apenas. Depois chegou até onde eu estava e começou a falar de modo descontraído, como se nos conhecêssemos. Respondi-lhe ou fiz comentários breves e educados, ele me apertou a mão, falou mais um pouco, estendeu-me novamente a mão, apertei-a, ele virou-se e foi embora, tudo em não mais do que três ou quatro minutos, cinco, se tanto.

Não sei quem é ou o seu nome e presumo que não me conheça ou saiba o meu nome. Esse tipo de coisa normalmente não me acontece.

(Este texto aparece no domingo, 21, porque estou desde as 23:20 do sábado, 20, tentando posta-lo sem conseguir. Surgiu uma série de dificuldades. Mantenho-o, por isso, como se de sábado fosse. A hora neste momento: 00:59 de domingo).

Até a próxima quarta-feira.