São perdas demasiado pesadas para um só fim de semana, Sérgio Brito e Joãozinho Trinta. Perde a arte, perde o mundo a cada vez que sensibilidades como tais os deixam. Ouçamos silentes, com o espírito, com a delicadeza de que formos capazes, essas energias enriquecidas pelo talento e pela entrega se levantarem deste imenso mar de banalidades no qual estiveram mergulhadas, desprendendo-se devagar em direção à Fonte, como do poema que encerra A Conspiração, em sua viagem de volta, para lá, criaturas do Cosmo, de onde vieram.

Não é hora de dizer mais nada.