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Em A Conspiração reflito no campo magnético da Terra, na Irradiação Cósmica – mencionando sua moderna designação, Ressonância Schumann -, na sua poderosa influência sobre o comportamento dos seres do planeta e quanto às denominações que lhe dão crenças e filosofias.

Ontem, sábado, 10, Zuenir Ventura, na página 7 do primeiro caderno de O Globo, citando Leonardo Boff, referiu o emparelhamento do cérebro humano com sua frequência primitiva, depois ampliada para 11 e 13 hertz, enquanto o cérebro da espécie em geral permanece nos 7,83 hertz iniciais.

Conforme, ainda, A Conspiração, Cosmo e homem consubstanciam-se relação de causa e efeito; aquele, hábitat da Energia Criadora, este, sua criatura dileta. O problema: se a interação de origem é rompida, o equilíbrio é quebrado. Há quem chame isto de Queda.

Fora de sintonia com o Cosmo, o homem se exacerba em sua psique, por extensão suas perspectivas se distorcem, de sua natureza dúplice irrompe o réptil ou a fera, desse ou daquele modo se corrompe, toda forma de entropia se instala, ele se perde. Perdido, falta-lhe senso de medida, é incapaz de evoluir na direção da plena humanidade, de diferençar princípios éticos e morais básicos de práticas e comportamentos tortuosos, torna-se aético e amoral. A esta altura, gravemente doente, precisa de ajuda espiritual, médica, cultural – no mais exato sentido, cultura conhecimento, não escolaridade -, voltar a emparelhar-se com o Cosmo.

Está escrito, também, em A Conspiração: o Cosmo é a seara de Deus.