Por esta configuração, o Presidente volta-se para fora do Empreendimento, fixando a atenção nas autoridades locais; na hipótese de necessidades gerais, pode haver um Setor RP reportando-se ao Presidente. O Vice-Presidente Gerente Geral é o homem da área operacional. Nesse quadro, a verticalização é executiva no grau de Vice-Presidência e Gerências; a partir daí todas as funções são de linha. As funções de staff limitam-se ao RP, quando existente, e ao Jurídico no nível intermediário Board/Operacional. No Departamento do Controller, tais funções ficam para Sistemas, compreendido no Processamento de Dados, quando constitui um Serviço apartado, e para Métodos, ambos no nível de Gerência, como a Contabilidade, Orçamento e Auditoria.

Nas empresas de grande porte e em Empreendimentos extraterritoriais a configuração altera-se. O Vice-Presidente Gerente Geral converte-se em Vice-Presidente de Operações, abrindo-se em seu patamar a posição de Vice-Presidente Administrativo, Vice-Presidente de Finanças e Vice-Presidente Comercial, redistribuindo-se as funções pertinentes.

Compras está no Comercial em razão das necessidades do controle interno; o Controle Orçamentário está na Contabilidade, como deve estar no Processamento de Dados, quando existente, em virtude das acumulações econômicas se deverem desenvolver mediante programa que a cada lançamento deduz e compara o valor orçado da rubrica com o valor contabilizado, mantendo vigilância diária sobre o Orçamento.

Os Serviços do Departamento do Controller serão examinados um pouco mais detalhadamente na próxima quarta-feira. Eles são o que realmente nos interessa nesta série.

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