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Continuemos com a evolução até Iushi a partir do fim da sexta página conforme o post em que publicada:

(…) espessou-lhe os ossos, deu-lhe músculos fortes e o andar sem o bamboleio peculiar aos ancestrais, o ajuste final do bípede, a correção que lhe definiu o porte e consolidou a tendência esboçada desde os primeiros pré-humanos, os australopitecinos: a abertura na base do crânio pela qual passa a coluna vertebral para se ligar ao cérebro, já avançada nos modelos anteriores em relação aos pais arbóreos, foi mais para frente, otimizando a posição da cabeça sobre ela, melhorando a postura. O homo sapiens neanderthalensis há 200 mil anos, com uma caixa craniana de 1.500 cm³, machos medindo cerca de 1,70 e pesando 84 quilos, no passo em que as fêmeas mediam em torno de 1,50 e pesavam em torno de 80 quilos, consistiu-se o limite da vida caracteristicamente selvagem; o corpo, de pesada estrutura óssea, embora exigindo boa porção de cérebro para o seu controle, não lhe reduziu a inteligência na mesma proporção. A espécie redefiniu-se, ganhou forma e teve acelerado o seu desenvolvimento a partir de exemplares já exibindo traços do homem moderno, se bem a testa estreita, sobrolhos salientes, os malares pronunciados e o queixo pequeno, um modelo melhor desenhado a cada nova geração.

80 – OS GRUPOS HUMANOS ANCESTRAIS: a partir dos primatas, as linhas descendentes nem sempre foram muito longe; derivadas inicialmente do mesmo tronco, os orangotangos e gibões separaram-se da linha homo, compreendida no segmento em que estão o gorila, o chimpanzé e o homem, rompida com a derivação deste último para uma espécie característica, em que pese a identificação sob aspectos diversos do homo sapiens sapiens com os gorilas e, principalmente, com os chimpanzés, sugerindo um melhor alinhamento desses simiiformes entre os hominídeos, membros que são da subordem dos hominóideos, na qual estão os pequenos e grandes macacos, além dos homens. Os hominídeos compreendem-se na família dos primatas simiiformes, estando nela abrangidos os parantropos australopitecinos e os australopitecos, não parecendo desarrazoada a inclusão nesse grupamento do australopiteco etíope.

Os australos surgiram na África na época pliocena, começo da plistocena – ver nota 66 -, identificando em seus estágios iniciais a segmentação da linha descendente nos gorilas e nos humanos, desdobrando-se nas espécies gráceis, ou delgadas, e robustas, as mais frágeis formando a base (…)


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