A final do Grand Prix de volley Brasil x Estados Unidos deixou uma lição valiosa: pode-se ser muito bom no que se faz, mas, nos embates diretos, é necessário antecipar-se à boa técnica uma personalidade estruturada e a consciência da grandeza daquilo que se representa, uma divisa, um bairro, uma cidade, um país. Quem aceita pressões psicológicas, ser tratado aos gritos e palavrões, apenas circunstancialmente conquistará vitórias, sobretudo sobre si mesmo, que é de tudo o mais importante. Isso vale para a vida de um modo geral, para qualquer um.

As pernas das nossas meninas bambearam, aparentemente despreparadas do ponto de vista da ‘autoridade’ para o que se propuseram realizar. Ao contrário de suas oponentes.