Post Anterior: bullying é crime? Ministro Marco Aurélio Mello, do STF: Bullying – Aspectos Jurídicos

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Na última terça-feira, 16, entrei no site Yahoo/Mãe de Salto Alto, da Patrícia Maldonado, e registrei meu comentário; foi publicado normalmente. Certamente houve um problema técnico qualquer.

A Constituição Federal, em verdadeiro princípio e de forma pedagógica, preceitua ser “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão” (artigo 227). As ações que caracterizam o bullying afetam bens juridicamente resguardados. De início, tem-se a violação ao princípio da dignidade da pessoa humana – artigo 1º, inciso III, da Constituição. A indeterminação do conceito não impede o consenso: revela-se conteúdo mínimo da dignidade, a proteção do indivíduo contra qualquer tipo de violência, que, no extremo, pode significar a tortura. A interdição à tortura e ao tratamento desumano ou degradante, presente no artigo 5º, inciso III, também é um importante vetor contrário à prática do bullying.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos – ONU – afasta o tratamento cruel, desumano ou degradante ao ser humano. A Convenção sobre os Direitos da Criança impõe ao Estado e aos pais, tutores ou outras pessoas responsáveis o dever de assegurar o bem-estar da criança, cabendo inclusive a adoção de medidas administrativas e legislativas adequadas. A Convenção Interamericana de Direitos Humanos – Pacto de São José da Costa Rica – prevê o direito à integridade pessoal, compreendendo os aspectos físico, psíquico e moral. A vítima de bullying poderá até mesmo recorrer ao sistema interamericano de direitos humanos.

Há a possibilidade de tutela jurídica penal. Não existe um tipo específico, mas a conduta hostil pode revelar crime contra a honra, racismo, lesão corporal ou estupro. Praticada por menor, será considerada ato infracional, atraindo medida socioeducativa. É também inequívoca a viabilidade de responsabilização civil – artigos 186 e 927 do Código Civil. O nexo causal e a prova do dano são questões a serem demonstradas no caso concreto. Pode-se responsabilizar os pais pela conduta, artigos 932, inciso II, e 933 do Código Civil. Cuidando-se de estabelecimentos escolares, a responsabilidade, também objetiva, é extraída do artigo 932, inciso IV, do mesmo diploma.

O projeto de lei nº 228/2010, em tramitação no Senado Federal, versa a inclusão de dispositivo na lei nº 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação – para assegurar a adoção de medidas de prevenção e combate a atos de intimidação e agressão. Na Câmara dos Deputados, há sete projetos de lei em tramitação para estabelecer ações que visem a coibir o bullying. Destaca-se o de nº 6.935/2010, que criminaliza a prática. A matéria, ainda não regulamentada por legislação federal, é objeto de normas municipais e estaduais. Em São Paulo, a Câmara Municipal editou a lei nº 14.957/2009, determinando “incluir no projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying” (artigo 1º). No mesmo sentido é a lei nº 5.089/2009, do município do Rio de Janeiro. Segundo a lei nº 5.824/2010, do Estado do Rio de Janeiro, além dos estabelecimentos de saúde, os de ensino também ficam obrigados a notificar à autoridade policial e ao Conselho Tutelar qualquer caso de violência contra a criança e o adolescente. O Estado de Santa Catarina foi o pioneiro na normatização do tema, considerada a lei nº 14.651, de 12 de janeiro de 2009.

O crescimento do número de ocorrência envolvendo o Bullying e as gravíssimas consequências – tanto em termos psicológicos e sociais, quanto  jurídicos – estão a revelar a valia da ampla discussão sobre o tema, providência que se impõe, a fim de permitir à atual e às futuras gerações, o exercício irrestrito da cidadania.”

O ação dos ativistas do bullying assenta-se basicamente nas seguintes práticas:

- Agressões morais à vítima
- Acusação infundada de incompetência profissional, criando-lhe dificuldades nessa área
- Ataques repetidos contra os seus bens, danificando-os
- Disseminar rumores negativos sobre ela
- Depreciá-la sem qualquer motivo
- Colocar a vítima em situação comprometedora mediante falsas acusações
- Chantagem
- Difundir notícias depreciativas sobre a família da vítima, orientação sexual, religião, etnia, seu local de moradia, aparência pessoal, nacionalidade, nível de renda ou qualquer outro dado manipulado ou simplesmente forjado pelos bullies
- Isolamento social da vítima
- Usar as tecnologias da informação para praticar o cyberbullying (invadir computadores, criar páginas falsas, comunidades ou perfis sobre a vítima em sites de relacionamento com publicação de fotos, sua edição comprometedora etc)
- Fingirem amizade, enquanto procuram assegurar controle sobre o alvo, partindo de avaliação, nem sempre confirmada, de tratar-se da “vítima perfeita”
- Provocarem situações de constrangimento para a vítima

Na área criminal, o art. 146 do Código Penal é frontalmente agredido quando alguém é obrigado sob grave ameaça a fazer o que não quer – ou proibido por lei -, ou deixar de fazer o que quer – ou permitido por lei; na área cível, os pais de bullies menores de idade podem ser obrigados a pagar indenizações por danos morais e materiais.

(Post formulado com base em matéria de http://bullyingnaoebrincadeiradcriança.blogspot.com.br

PATRÍCIA MALDONADO – BULLYING. CENSURA? Mac, O PROBLEMA NÃO É DELE.

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Terça-feira última, dia 8, o site Yahoo!/Mãe de salto alto postou sobre bullying. Texto inteligente e oportuno, registrei comentários; por três vezes, entre 13:15 e 14:15, foram removidos (em lugar do Denuncie Abusos ao lado do nome do autor do comentário, no meu caso aparecia a palavra Remover. Reproduzo o último comentário censurado:

`Bullying é crime, sim, Pati. Covarde, imoral, especialmente quando praticado contra crianças. O caso abordado por você é típico e ilustrativo de lesão corporal grave. Fere, além da lei ordinária, princípios constitucionais´.

Usuário de Yahoo! há muitos anos, não sou um estranho. Agora, parece, estou sendo censurado. Pode ter havido um problema técnico. Tentarei outra vez na próxima terça-feira; espero seja sanado. Trata-se de questão federal de agressão frontal à Constituição da República. E isso, desnecessário dizer, é coisa muito séria que um velho advogado não pode deixar passar em branco. Censura é intolerável. E censurar-me por quê? Há uma ordem para isso? De onde partiu e mediante quais fundamentos? Preciso analisá-los à luz dos textos legais aplicáveis, sem excluir Representação junto ao Órgão competente do Ministério da Justiça.

Postei aqui sobre esquisitices no meu Mac. Levei-o para exame de pessoa qualificada para o assunto. Não, as esquisitices não são do Mac, era de esperar.

Uma conhecida ganhou de presente um iPad. Travado, levou-o à Apple São Paulo; adivinhem o que aconteceu? Entraram em contato com Nova York e de lá veio, simplesmente, a seguinte instrução: troquem a máquina. Ela voltou para Niterói com um iPad novo.

Não é por acaso que Apple alcançou o status de Empresa mais valiosa do mundo. Não precisou entupir internet, televisão, jornais e revistas com propaganda pesada, encartes e coisas do gênero. Veio-me à lembrança o assunto dos meus posts de sexta-feira, 7 de janeiro, e domingo, 8 de maio de 2011, até hoje sem solução.

Todos correm para a empresa pautada em seriedade, profissionalismo, competência e zelo pela marca sem necessidade de que lhes façam a cabeça.

Descanse em paz Steve Jobs.

A FÉ E OS SEUS ANTAGONISTAS

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Chegou-me pela internet na semana recém-finda uma série de vídeos editados em conjunto, nos quais se assiste a um show de sectarismo às avessas e ao diversificado proselitismo do ‘não creio em nada e quem crê é estúpido e idiota’.

Longe de mim fazer apologia religiosa e postular que toda fé é inteligente. Até porque fé é apenas um rótulo aplicado a volumes de conteúdo incerto, cujo sabor é esquisito por força de ingredientes duvidosos, algumas vezes tóxicos.

Dá-se, porém, de haver considerável quantidade de pessoas que, simplesmente, não conseguem caminhar pela vida com as próprias pernas e segundo orientação pessoal; quando se associam a um dos organismos existentes não o fazem por mero instinto gregário, mas para nele se apoiarem. Lê-se e ouve-se com frequência na abordagem de questões contrárias a tais organismos as palavras racional, racionalmente, racionalizar e afins.

São racionais as tentativas de – linearmente – demolir as crenças dos outros sem deixar nada no lugar do que é tão valioso para eles e tanto os ajuda nos momentos difíceis vida afora? Tem gente por aí crendo ser possível curar doenças graves, não raro fatais, com orações; tudo bem, mas, em tais casos, o que se observa é a prática do charlatanismo, não exatamente estranha aos cânones legais. Então, é necessário enquadrar os charlatães, não espinafrar a pobre gente que neles acredita. Lembra do Jim Jones? Pois é!

Não percebem os luminares, antes de tudo profetas do caos, que, ao direito de não crer corresponde o direito de crer, devidamente capitulado? Não faz muito, transcrevi aqui no blog texto de Cacá Diegues no qual, com o mais absoluto acerto, escreveu: se num discurso não houver um mínimo de possibilidade de o outro estar certo, esse discurso será sempre autoritário, excludente e impositivo, não serve para nada. (Post de quinta-feira, 7 de julho de 2011 , UM ALERTA)

Conhecimento – em sua melhor acepção – parece uma boa palavra para orientar a lida com o criticado comportamento da fé. Ajudem, pois, em lugar de ridicularizar, as pessoas a se informarem, a olhar com visão independente e racional os fundamentos daquilo em que acreditam. E, já que o Novo Testamento é um alvo sempre na mira, comecem por ele, lembrando que Novo Testamento é uma coisa, Bíblia, outra. O NT é antecedido no Livro Católico pelo Pentateuco, pelos Livros Históricos, pelos Livros Poéticos e Sapienciais e pelos Livros Proféticos, pelo Antigo Testamento, afinal, guia do Povo do Livro,  A BÍBLIA.

Mostrem capítulo por capítulo, versículo por versículo as contradições do NT, que não são poucas, e cotejem-no com o AT, estabelecendo na transposição para o grego a relação Messias/Cristo, sublinhando que o Messias foi – é – o Ungido de Iavé, o Deus da Guerra, ainda esperado por seu povo, um libertador consagrado desde os tempos do exílio babilônico.

Mostrem o próprio Iavé instituindo a Casa de Davi como berço do Messias, Cristo para o grego, da qual, sendo herdeiro, não pode, ou não podia, ser de origem divina. Nenhum ente divino reúne, ou reuniu, a condição mínima para definir o Messias, provir da Casa de Davi, ancestral de guerreiros, gente de carne e osso gerada como qualquer outra.

Abordem o Censo de Quirino no ano seis da Era Comum e suas implicações quanto ao nascimento de Jesus de Nazaré; analisem para quem tiver ouvidos para ouvir e olhos para ler o versículo no qual Jesus disse ser sua missão recuperar as ovelhas perdidas da Casa de Israel. De Israel. Não esqueçam de estabelecer a evidência contida no versículo em que ele se dirige à mulher no caso do pão dos cachorrinhos.

Não esqueçam de considerar o núcleo cristão inicial formado pelos companheiros de Jesus, no qual Paulo não era benquisto, todos judeus que não conheciam outros livros orientadores que não os Livros de Moisés.

Não esqueçam, também, do sentimento de profunda solidão e abandono de Jesus em seus momentos antes da morte na cruz, quando desabafou, sofrido, em seu idioma, o aramaico: Ely, Ely, lemá sabachtháni/Pai, Pai, por que me abandonaste? As ‘traduções’ Pai, em Tuas mãos entrego o meu espírito ou Pai, perdoa-os, eles não sabem o que fazem são puro desrespeito à inteligência e cultura geral.

E há mais, muito mais.

Ensinem, não ofendam. Aprenderam como foram ensinados. E creram. Sua esmagadora maioria não é capaz de citar integralmente um único versículo do Novo Testamento; muitos, muitos mesmo, jamais leram uma palavra sequer do seu texto. Levem-lhes conhecimento inteiro, racional, ajudem-nos a dominar adultamente os fundamentos de sua crença, não a destruam, nem tentem fazê-lo, eles precisam dela. Eu fiz a minha parte; está no Capítulo/Livro Jesus de Nazaré, 1700 Anos de Equívocos de A Conspiração dos Medíocres.

A IRREPREENSÍVEL ESTABILIDADE DO Mac. LENDA?

Parece que sim.

Não consigo acessar regularmente a internet pelo Safari. Aos domingos e quartas-feiras de jeito nenhum – O blog? Nem pensar - hoje, por coincidência, consegui às 23:53 -. Congela no endereço e não aparece a barra com a maçã, o nome Safari, Arquivo, Editar etc. Não consigo sequer sair da página.

Desaparecem ícones da ‘Mesa’. Última esquisitice: havia evaporado o VirtualBox. Hoje, quando liguei a máquina, estava lá. Não é a primeira vez que acontece.

Uma série de arquivos simplesmente sumiu. Quando uso Spotlight nem todos carregam. Fecho os que abrem e somem novamente.

Sub-arquivos de um arquivo geral apresentam falhas. Um deles especialmente, a redação inicial de A Saga do Justo. No início aparece assim: VAI, Ó JUSTO, (…), E NÃO TE DESVIE, E TE PREPARE, PORQUE (…).  Ninguém comete tal barbaridade. Bom, de todo modo corrijo e clico para salvar. Fecho o arquivo, reabro. Não consigo navegar nele; o cursor transforma-se naquele círculo colorido, que roda, roda, roda e nada.  Não consigo sequer sair. Tenho de desligar a máquina segurando o botão liga/desliga. Vou ao Finder/Arquivo/Obter informações. Abre a Caixa. Sumiu Staff. Everyone marca leitura e gravação. Abro o cadeado, tento mudar os privilégios, não consigo. Hoje reabri, Staff continua sumido e everyone aparece ‘sem acesso’. O te desvie e te prepare continuam lá.

Estou editando em separado do blog um documento com posts para publicação. Mantenho o cabeçalho WordPress, acresço fotografias, melhoro o tratamento gráfico e revejo os textos. Surpresa: encontro erros de português tão crassos como os do tópico anterior. Não foram cometidos. Muitos deles foram formulados em Windows/Office, só depois no Mac, em qualquer caso com o corretor ligado. Impossível errar e WordPress nada tem a ver com isso. Mesmo que eu cometesse os erros, de grafia, de concordância e que tais o corretor os sublinharia com aquela ‘cobrinha’ vermelha. Seria, então, só corrigir. Detalhe: como o arquivo do tópico anterior, quando tento salvar ou fechar aparece aquele círculo colorido rodando, rodando e nada. Tenho de desligar a máquina segurando o liga/desliga.

Estou editando um arquivo para cada mês de posts desde dezembro de 2010. Nunca reabrem em Word, com o qual são preparados, só abrem no Processador de Textos Mac sem fotografias, efeitos gráficos etc. Tento o ‘abrir com’, aparece aquela caixa de procurar o aplicativo para abrir, marco Word, não abre. Aí, para trabalhar no arquivo tal como composto, é uma canseira.

E tem mais.

UM ASSASSINATO OFICIAL

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Está circulando na internet um e-mail no qual aparece um sequestrador – não se sabe em que circunstâncias – chinês sendo assassinado. A peça se encerra com dizeres absurdos, desses absurdos que, faz parte do jogo, só uma democracia permite.

Transcrevo a seguir:

Milhões morreram para implementar a busca do líder por uma virtude igualitária. Porém, em sua revolta contra a onipresente burocracia chinesa, ele continuou a se debater com o dilema de que a campanha para salvar seu povo de si mesmo gerava burocracias ainda maiores. No fim, destruir os próprios discípulos tornou-se a vasta empreitada de Mao. (Henry Kissinger, Sobre a China, Objetiva, 2011, página 118, Tradução de Cássio de Arantes Leite)

Cuidado, portanto! Os artesãos costumam usar ferramentas. Quantos companheiros de primeira hora sobreviveram a Fidel?

Para começar, a história da China nada tem a ver com a história do Brasil; a diferença é de milhões de anos luz. Depois, não fomos assaltados à mão armada como foi a China no século XIX pelos grandes países ocidentais, a Inglaterra liderando o arrastão. Não fizeram contra nós uma guerra do ópio, não roubaram boa parte do nosso território, nem nos humilharam além de todos os limites como fizeram com eles. Se há um país que tem consciência da sua história e da sua importância, esse país é a China. Teve bons motivos para tornar-se o que é.

Quem por primeiro colocou essa tragédia na rede, que se vale da democracia em que vive, do direito de informação e livre expressão que assegura para pregar contra ela deveria ir viver na China e pregar contra os cânones do regime. Para início de conversa, não teria livre acesso à internet; se de algum modo o fizesse, não mais se ouviria falar dele.

Quem era aquele moço assassinado? Que risco real representava para a Sociedade? Por quê fez o que fez? O que o país dele proporcionou-lhe para não chegar ao ponto que chegou? E por quê chegou? Que retaguarda teve na infância e na adolescência, do Estado e da família? E sua família, teve recursos de trabalho e renda para dar-lhe retaguarda?

Matar é fácil, muito fácil; meninos desassistidos que tomam bolsas de senhoras nos sinais de trânsito atiram contra elas e, com frequência, as matam à menor resistência, estamos cansados de ler nos jornais a respeito. Devemos assassiná-los também?

Aquele homem estava pauperrimamente vestido e era a imagem da angústia.

They shut horses, don´t they? Lembram-se?

I CHING – SUN, A SUAVIDADE, O PENETRANTE – VENTO

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Acima Sun, a Suavidade, Vento, Madeira – Abaixo Sun, a Suavidade, Vento, Madeira

Sun é um entre oito hexagramas resultantes de um mesmo trigrama. É a filha maior e representação do vento ou da madeira. Seu atributo é a suavidade, penetrante como o vento ou como as raízes.

O princípio da escuridão é estático e imóvel, sujeito a dissolver-se pela ação penetrante do princípio luminoso, a que, obediente, se submete. Na natureza o vento dispersa as nuvens formadas para clarear e serenar o céu. Entre os homens a clareza de julgamento dispersa os desideratos dissimulados e sombrios. Na vida em comum é a vigorosa presença de uma personalidade brilhante que afasta e dissolve as intrigas ocultas da luz.

Plus – A personalidade brilhante sai espiritualmente fortalecida das dificuldades. Não tropeça no que lhe é menor, dobra como o junco e se supera na quietude e no silêncio.

 

MAX PLANCK – TEORIA DOS QUANTA

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(…)

A diferença e as quantidades certas da Nota anterior constituem os quanta de Max Planck, físico, nascido em Kiel, Alemanha, em 1858que se dedicou a estudos voltados para a energia e para o calor, formulador, em 1900da Teoria dos Quanta. Um quantum, repete-se, é uma quantidade redonda de energia, não podendo ser um pouco maior nem um pouco menor do que a sua expressão nominal.

Resumindo, com sua teoria Planck postulou que a luz, entre outras ondas, não poderia ser emitida a uma razão arbitrária, mas somente em ´pacotes´, aos quais chamou quanta, contendo quantidades fixas de energia que aumentariam na proporção do aumento de frequência das ondas. Em frequências demasiado altas não haveria quantidade disponível de energia para emissão de quanta de luz. Obrigatoriamente, a radiação em frequências muito elevadas se reduziria para tornar finita a perda de energia de um corpo. É por isso que estamos aqui; tivessem os gases em combustão no interior dos primeiros astros se queimado a razões arbitrárias, o hidrogênio e o hélio teriam se fundido de forma tal que a parte da massa do hélio transformada em energia seria inferior ou superior à proporção de 0,007 que viabiliza o processo. Qualquer variação, para cima ou para baixo, inviabilizaria a química da vida; o Universo seria um punhado de estrelas vermelhas distribuídas por pequenas galáxias pobres em gás, sem condição de abrigar em qualquer delas, inclusive na nossa, as formas de vida que conhecemos.

(…)

©Onair Nunes da Silva – A Conspiração, Livro II – Deus, o Universo e a Vida

COERÊNCIA, RESPONSABILIDADE E COMPOSTURA

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Este post deveria ter vindo ontem para o blog. Durante a tarde e à noite por repetidas vezes tentei entrar na internet; não consegui. Publico-o com a redação de domingo.Hoje, no fim da manhã, enquanto participava de concorrida passeata da população do bairro de São Francisco, em Niterói – reforçada por moradores da região oceânica da cidade com o mesmo problema e com as mesmas reivindicações -, um protesto contra a violência pedindo policiamento adequado, minha cabeça rodou à vontade. Veio-me à mente o texto de um niteroiense, do qual reproduzi um trecho como epígrafe do post de 10 de janeiro de 2011:

LIVRO IX - APÊNDICE

Tu sabes, conheces melhor do que eu a velha história. Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada. Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

(Excerto, No Caminho com Maiakovski, Eduardo Alves da Costa, nascido em Niterói, RJ, em 1936)

É  emblemático.

À certa altura da caminhada, enquanto o núcleo condutor verberava ao microfone o descaso ou a incompetência do Prefeito, um homem ao meu lado direito começou subitamente a vociferar com todas as forças dos pulmões: corrupto, corrupto! Era o único; os demais, educada e tranquilamente, simplesmente caminhavam marcando solidária presença, um bom número ostentando cartazes com dizeres alusivos ao evento. Ao meu lado esquerdo, uma voz calma reagiu à fúria acusatória: se bem me lembro, ele é um desses arrimados no dinheiro público que vão às suas repartições apenas uma ou duas vezes por semana, quando vão. Que autoridade têm essas pessoas para classificar alguém de corrupto? E se é assim, por que não especificam os atos de corrupção e assumem a responsabilidade de uma denuncia formal, para que o corrupto seja processado e preso?

Nada respondi, apenas assenti com a cabeça. É tão óbvio!

Ontem, assistindo à dicção do Pe. Fábio de Melo, uma observação flechou no ar: É necessário tomarmos consciência de que o outro é um outro, não é prolongamento de nós mesmos. Não me foi outorgada Procuração para defender políticos, mas, quando as pessoas dizem certas coisas, não deveriam comportar-se com um mínimo de coerência, responsabilidade e compostura?

Post Extraordinário – ‘Hackeamento’ de Pendrive

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A Sombra de plantão acabou de hackear um pendrive que precisei usar. Entre os arquivos do dispositivo está aquele que contém cópias de partitura e recibos de registro de músicas minhas – Nane, uma Canção de Amor para Marie-Anne e Primeira, única e Última Vez -, juntamente com cópias de petições que enderecei a autoridades competentes a propósito dessa pouca-vergonha. Aconteceu há 21 minutos, tempo que levei para acessar o blog, demora tema do post de ontem. O nome arquivo é ONSScan.

É bom saber que se tem companhia permanentemente, mas ficarem ‘bulindo’ nas nossas coisas é muito feio. Por falar nisso, vocês podem me ajudar a encontrar o meu drive de CD/DVD externo? Sumiu, evaporou.

AMAR O SEU PAÍS NÃO É CONCORDAR COM ABSURDOS. ESPERAMOS QUE A SENHORA SIGA EM FRENTE, MADAME.

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Eu tenho um plano banda larga móvel TIM. Ontem fiquei uma hora e quatro minutos na internet tentando conectar-me com o TJRJ, Yahoo e Twitter. A muito custo consegui acessar o TJRJ e Yahoo em breves consultas, mas, saturado, desisti do twitter. Como poderá o Brasil realizar uma Copa do Mundo com um exército de jornalistas tentando enviar a cada momento, sem poder, notícias atualizadas a seus jornais, rádios e emissoras de televisão? Eles receberão uma internet especial? Beleza, tudo bem! Mas, e nós? Continuaremos com a nossa deficiente e cara internet?

J’ai un plan 3G TIM. Hier, je fus une heure et quatre minutes sur Internet essayent de connecter TJRJ, Yahoo et Twitter. J’arrivé à bon terme à TJRJ et Yahoo en brèves enquêtes, mais, découragé, j’abandonné la tentative sur Twitter. Comment pourra Brésil réaliser une Coupe du Monde avec de nombreux professionnels essayant d’envoyer à tous moments des informations à leurs journaux, radios et télévisions que ne peuvent pas? Recevront-Ils une spécial Internet? C’est bon, magnifique! Mais, et nous? Allons nous continuer avec un internet pauvre et trop cher, comme ça?

I have a broadband subscription with TIM. Yesterday I’ve been one hour and four minutes on the Internet trying to connect TJRJ, Yahoo and Twitter. I managed to TJRJ and Yahoo in brief consultations, but gave up on Twitter. How can Brazil hold the World Cup with a number of professionals trying to send in every moment fresh information to their newspapers, radios and televisions but unable to do it? Or will they have a special Internet? That’s OK, great! However, what about us? Will we be kept on a poor and expensive net just like ours?

Tengo una suscripción de banda ancha de TIM. Ayer estuve una hora y cuatro minutos en la Internet tratando de conectarme a TJRJ, Yahoo y Twitter. La cosa marchó para TJRJ y Yahoo en consultas ligeras, pero no me pudo arreglar con Twitter, he desistido. ¿Cómo podrá Brasil realizar la Copa del Mundo con una cantidad de profesionales intentando enviar en todo momento sin poder a sus periódicos, radios y televisoras noticias actuales? Recibirán ellos una internet especial? Una gauchada, che, fenómeno! Nosotros, mientras tanto, que vivimos acá vamos a continuar con esta fatalidad de nuestra internet?

Ho un abbonamento a banda larga TIM. Ieri ero un’ora e quattro minuti su Internet tentando di connetter a TJRJ, Yahoo e Twitter. L’ho fatto da TJRJ e Yahoo in brevi consultazioni, ma all’opposto mi affaticato su Twitter. Come può Brasile prendere la Coppa del Mondo con una quantità di professionisti che tentano di inviare a tutto momento notizie attuale ai loro giornali, radio e televisioni con questa internet dell’inizio dei tempi? Essi riceveranno una speciale internet? Vanno benne, magnifico! Pero continueremo noi, i poverini, nella stessa noiosa internet?

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